De Vang Vieng não existe ônibus direto para thakhek, tivemos que sair para a capital do Laos a cidade de Vientiane e na rodoviária compramos a passagem. Tudo junto saiu uns 11 dólares e a viagem durou umas 12 horas. Não exploramos a capital do Laos pois não tem nada de interessante, muita poeira cidade feia é mais interessante conhecer as cidade pequenas, as belezas naturais do país. Como chegamos muito tarde em Thakhek ficamos hospedados em um guesthouse na rodoviária.
No outro dia cedo saímos para Travel Lord, é um guesthouse famoso por oferecer a viagem para Konglor.
Optamos em fazer a viagem de motocicleta, 3 dias e 2 noites. O bom de ir de moto é que se pode fazer o que quer e quando quiser. No caminho existem muitas cavernas, lagoas, povoados e não é perigoso só ter cuidado e atenção. Como estamos subindo a montanha e andando de moto faz frio, bom ter um casaco para esquentar. O primeiro dia de viagem é o mais cansativo, pois os primeiros 100 km são super tranqüilos estrada ótima, toda asfaltada, depois se vem uma estrada de uns 20 km de terra batida e cascalho, não é um asfalto porem é muito boa, o problemas são os últimos 40 km, não existe estrada e havia chovido uma noite anterior, cheia de atoleiros e derrapava toda hora, mas a vista as paisagens valeram a pena. Chegamos em Lak Sao pelas 18 h, super fácil achar hotel ou guesthouse. Restaurante é um pouco mais difícil de achar e comemos na rua mesmo alguma bobeira. No outro dia bem cedo saímos para conhecer o mercado da cidade, vale muito a pena, produtos locais os costumes é interessante.
Optamos em fazer a viagem de motocicleta, 3 dias e 2 noites. O bom de ir de moto é que se pode fazer o que quer e quando quiser. No caminho existem muitas cavernas, lagoas, povoados e não é perigoso só ter cuidado e atenção. Como estamos subindo a montanha e andando de moto faz frio, bom ter um casaco para esquentar. O primeiro dia de viagem é o mais cansativo, pois os primeiros 100 km são super tranqüilos estrada ótima, toda asfaltada, depois se vem uma estrada de uns 20 km de terra batida e cascalho, não é um asfalto porem é muito boa, o problemas são os últimos 40 km, não existe estrada e havia chovido uma noite anterior, cheia de atoleiros e derrapava toda hora, mas a vista as paisagens valeram a pena. Chegamos em Lak Sao pelas 18 h, super fácil achar hotel ou guesthouse. Restaurante é um pouco mais difícil de achar e comemos na rua mesmo alguma bobeira. No outro dia bem cedo saímos para conhecer o mercado da cidade, vale muito a pena, produtos locais os costumes é interessante.
Continuando a viagem, saindo um pouco da rota (10km), temos águas vulcânicas, bem quentinhas e se pode tomar um banho nelas. Voltando para a rota, temos mais cavernas e cachoeiras, paisagens lindas. Chegamos a Konglor umas 15 h, rapidamente pegamos um barco com um barqueiro e fomos desbravar a grande caverna de Konglor o passeio dura 2 horas, custa 10 dólares por barco, cada barco se pode entrar 4 pessoas, então quanto mais amigos tiver melhor. Uma dica é não entrar na caverna de sapato fechado e calça jeans pois todo o tempo tem que sair do barco e entrar na água. A passeio vale muito a pena, foi algo diferente para mim, entrar em uma caverna de barco. Lembrando que a caverna é banhada pelo Rio Mekong o principal rio da Ásia. Quando saímos da caverna já estava tarde quase 18h e era hora de procurar um lugar para passar a noite. Voltando para a cidade a Karin achou uma placa com um nome de um guesthouse em uma zona rural, não custava nada ir conhecer o local pois ficava 1,5 km da estrada. O nome do guesthouse é Sala Konglor e vale muito à pena ficar hospedado ali, lugar tranqüilo, as casas são de bambu, tudo simples, com uma vista linda do rio Mekong. O terceiro dia de viagem é apenas para voltar a cidade de Thakhek, quem tem um pouco de pressa, se pode fazer a viagem em 2 dias tranqüilo. Chegamos na hora do almoço e fomos direto para a rodoviária olhar os horários de ônibus. Com havia no mesmo dia um ônibus para Pakse, compramos as passagens, voltamos para o guesthouse para devolver a motocicleta e pegar as mochilas.
Próxima parada Pakse, com as cachoeiras e com um dos templos mais antigo do sudeste asiático.
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