quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Bukittinggi um cidade para turista

Para chegar na cidade foi uma epopéia, 40 horas de busão, o motorista na entrada da cidade pagou um taxi para nos deixarmos na rodoviária o taxi nos deixou no centro da cidade e mandou pegarmos um coletivo. Achamos o hotel ufa.
Ficamos hospedados no Rajawali Homestay, o proprietário é um alemão casado com uma mulher da indonésia, super gente boa, pau pra toda hora, e sempre disposto a ajudar e sempre dando dica para não cair nas malandragens dos “espertalhões” locais e o melhor de tudo 7 dólares a diária por casal. Como estava casado da super viagem de 40 horas fui dormi um pouco . La pelas 15h fui conhecer um pouco a cidade, achei uma feira super legal a onde tinha de tudo, um shopping a céu aberto, como havia muita comida na rua resolvi provar da comida local , a verdadeira comida de rua, confesso que estava com medo mas fui uma delicia e fiquei fã.
No hotel conhecemos outros viajante e combinamos de no outro dia sair para conhecer a maior flor do mundo. Éramos  em 2 noruegueses , 2 escocesas, 1 casal da malásia, 1 alemã,  1 holandesa (karin) e 1 brasuca (eu). Pegamos um ônibus local que nos levaria ao vilarejo  da tal flor, no vilarejo pegamos uma guia ( 2 dolares por pessoa), adentramos na mata que de mata já não tinha muita coisa andamos por uns 15 minutos e achamos a florzinha. Pena que esta ainda era pequena pois não é a época dela, mas não importa vimos a flor e tiramos muitas fotos. Voltamos para o vilarejo e tivemos a oportunidade de tomar um café caro. Sabe aquele café que um pássaro come e depois faz coco e recolhem este coco e dele faz o tal café, então a diferença que não era pássaro era um bicho parecido com um cachorro e colores de zebra. O café não tem nada de especial tirando o preço. Voltamos para a cidade e como este passeio ocupou toda a manha fomos direto comer algo e na hora do almoço tivemos outro plano e decidimos fazer outro passei na parte da tarde.
O plano era fazer um trekking no cânion, pegamos todas as dicas com nosso amigo alemão(dono do hotel) tiramos fotos dos mapas que estavam na parede do hotel e indicava a onde era o local e PARTIU. Caminhamos um tempinho, acho q uns 40 minutos e chegamos em um vilarejo, so tinha criança e velho ali. E do nada aparece um doidinho (de verdade era doido) querendo nos ajudar, foi legal, nos levou na parte interessante do vilarejo falou de algumas plantas e no final indicou o caminho para o cânion e a forma de pagamento 6 cigarros. Por falar em cigarro nunca vi tanta gente fumar, por causa de ser tão barato todos fumam, os gringos vem pra indonésia e começam a fumar aff. Atravessamos uma matinha achamos uma trilha e la vamos nois, muitas fotos ate que para atravessar o cânion tinha uma ponte. Sabe aquela ponte que tinha nas olimpíadas do Faustão  “a ponte do rio que cai” igual, com um detalhe no meio ela tava quebrada. Ficamos no dilema vamos ou não vamos pois era muito alto ate que o norueguês gritou “Eu vou primeiro”, foi um de cada vez e no final deu tudo certo. Li que dentro deste cânion tem umas cavernas feita pelos japoneses na 2 guerra, mas infelizmente não achamos as cavernas, mas achamos muito macacos no meio do caminho e descobri que eles adoram rosquinha da Holanda.

Quem tiver a oportunidade de ir para Bukittinggi não deixem de comer na rua, naquelas tendinhas simples que uma senhora bem idosa prepara, no inicio parece nojento mas vai na fé que tudo vai dar certo. Comida nota 10 não me causou nem um problema de estomago nem na Karin. Bukittinggi é uma cidade muito barata pois em 4 dias gastamos uma quantia menor que 100 dólares por casal, incluindo alimentação, hospedagem, passeios e passagem para sair da cidade.

Ficou faltando a visita na lagoa que fica em um vilarejo próximo, como compramos as passagens para sair a Parapat não deu para ir, pois o nosso amigo alemão achou melhor não irmos pois por segurança deporíamos nos atrasar para o busão. Ai pensamos que como na próxima cidade iria ter lagoa, vai dar no mesmo, melhor pensar assim.
 Que venha Parapat e a ilha de Tuk Tuk.
Bjos

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